sábado, 25 de abril de 2009

[ postando...]

Por indicação da Gaia, decidi criar um segundo blog, mas expecifíco para 'exibir' os artesanatos que tenho feito. Desde então quase não tive tempo de postar nada aqui, pos não me contive e acabei criando um terceiro blog para o PG. Resumindo: as vezes falta tempo, força, vontade, e o que escrever.

Mas prometo que não deixarei de lado o meu primeiro. Onde existe uma delineação dos meus olhares mais diveersos. Onde existem declarações de amizade tão veerdadeiras...

Entetantos ... Tudo na paz! E com saudade do meu bem que mora lá longe com todo aquele sutaque...

terça-feira, 24 de março de 2009


[ A cidade irá permanecer depois da minha morte:
irá permanecer em metamorfose de claridade
o céu esvanecendo a reminiscência duma elipse
num sentido ainda vago pelas ausências.
Cumprirá a norma habitual das regras eruditas,
a de exercer a utopia num casulo de teias indeléveis
só perceptíveis nas mais obscuras noites
onde os sonhos abusam dos olhos comovidos.
Irá permanecer nas vielas duma probabilidade
insondáveis, de mistérios irrevelados,
insolúveis, mas destros de memórias,
doutros tempos, do tempo ausente, de ontem.
Irá permanecer com a mesma célere inconsciência
de raizes demoradas sobre a terra, na solidão dos dias
e irá até o limite a luminescência da noite
flutuando sobre o infinitos de outras vidas interinas.
]
Vieira Calado

sábado, 21 de março de 2009

[ espaços estreitos] [ espaços abertos ]




... no centro das cidades predominam os espaços estreritos; as ruas são muito mais fundas do que largas, com poços e fendas entrer edificios. estes são ciscunscritos pelas superficies planas, linhas retas e arestas pronunciadas das paredes a pique, com linhas retas de perspectiva que se esboroam no horizonte.



...em contraste, nos novos suburbios predominan os espaços abertos; caracterizados por uma espécie de vazio horizontal. as entradas largas(...) baixas e simples, ou por casas sobrias.


os espaços da paisagem urbana moderna tendem para estes dois extrermos, mas muitos são abandonados a uma espacialidade intermediária. com isto quero dizer espaços que são mal definidos, nem fundos, nem largos, nem claramente cercados como os da cidade medieval nem cuidadosamente proporcionados como os da cidade do resnascimento. são estranhamente desposados de propriedades atraentes e sensíveis. a espacialidade descreve espaços e lugares que parecem ser o que restou depois de edificios e postes terem sido erguidos.



é particularmente comum a volta dos edificios altos de apartamentos. pode haver muitos espaços, mas este parece ter pouca utilidade ou ser desproviso de qualquer forma atrativa; é frequentemente ajardinado de uma forma descuidada ou transformado em estacionamento.


estas áreas espaçosas raramente são locais agradaveis para as pessoas se sentar ou passear; são locais por onde se deve passar à correr, em direção ao carro ou a outro edificio.



[ paisagens urbanas modernas ]

"... quer nós os moldemos, quer sejamos moldados por eles, são expressões do que somos. As nossas vidas empobrecem-se precisamente na medida em que os ignoramos. Tal como as roupas que vestimos, as paisagens não só escondem, como também revelam o que encerram."
Edward Relph

This is Habitat, a residence constructed especially for Expo '67 in Montreal.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Burburinho. Rua Tomasina. Recife Pernambuco. Janiero 2009.

Recife é minha ‘cidade particular’. Em cada cidade os edifícios são diferentes e dispostos de maneiras diversas. Mas em minha mente sou incapaz de distinguir os pontos que ela conserva distinta das demais. É uma cidade igual a um sonho: tudo o que pode ser imaginado pode ser sonhado. ‘A cidade como os sonhos, é construída por desejos e medos, ainda que o fio condutor seja secreto, que as suas regras sejam absurdas, as suas perspectivas enganosas, e que todas as coisas escondam uma outra coisa’.
Suape. Pernambuco. Janeiro 2009.
“Você viaja para reviver o seu passado?
Você viaja para reencontrar o seu futuro?”

Ainda me pergunto isso todo dia...

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

redes de descanço. 2009.caco.
Repousando a saudade
Dando cores a amizade
Encurtando a distância
Momentos inesperados
Acontecimentos que ocasionaram fatos
Nos quais nossos encontros
Nos fazem aquecer a saudade
Debaixo do nosso cobertor
Abraços sinceros
Beijos honestos
Numa conversa paralela
Dos nossos corações
No embalo da melodia
Nos acordes de um dom
O dom de amar
De se encontrar
Um no outro
Rosto com rosto
E a distância não é mais a mesma...

sábado, 17 de janeiro de 2009

[ "- Já sei!", você deve estar dizendo, já me fiz essa pergunta várias vezes.
Mesmo assim ainda tenho dúvidas de que caminho seguir e para onde eu vou.

Já pensei em conquistar o mundo, pensei em chutar o pau da barraca, largar tudo e não mais continuar. Mas também pensei que deveria insistir e continuar buscando meus objetivos. Lembrei-me de tantas pessoas que apostavam em minha vitória.

Sei também que posso ser o orgulho de alguém mesmo que seja na mais simples atividade.

Aonde eu vou ou para onde?

Não sei dizer direito, mas sei que vou continuar caminhando.

Acho que vou continuar olhando de frente para as dificuldades e os obstáculos, e sempre me lembrando, que "se ainda não deu tudo certo é porque ainda não chegou ao fim".

Vou desafiar todos os dias como se fosse sempre o primeiro.
Para poder chegar ao final e não ter tanta dor de não ter tentado.

Eu vou vencer, buscar o que é meu com todos os deveres e direitos que tenho para ser um pouco mais feliz nessa conquista.

E você já sabe pra onde vai? ]

Estou tendo muito tempo para escrever, e refletir sobre mudanças, planos, projetos e afins. Mas sempre falta tempo pras coisas mais simples. Esqueci de novo de ir na manicure. Está ficando mais complicado arranjar tempo pra essas coisas e combinar os aneis ... afinal ouro, ouro branco, brilhante não combinam tanto com a minha paixão por prata!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009




[ um outro tipo de percepção... ]


Quero saudar o ano que inicia com alegria, pensamentos positivos, certa de que

afora as coisas sobre as quais não temos controle, ele será como nós desejarmos, como nós o fizermos. Por isto é importante que o estejamos recebendo com o coração cheio de esperança e de entusiasmo pelas inúmeras possibilidades que se descortinam.

Prefiro olhar para frente, colocar os olhos no horizonte e ver bem além ou então, fechar os olhos e sonhar.

Não quero me despedir do ano que finda. Despedidas são tristes,tem gosto amargo,dão idéia de distanciamento, ruptura, partida, saudade, solidão. O ano que finda, apesar dos pesares foi muito bom. Então quero guardar cada pequena vitória, cada sorriso, cada realização, cada abraço, no pensamento e no coração, assim como guardamos tesouros escondidos, num lugar que só nós sabemos.

Entre estes tesouros, guardo os momentos felizes, minhas realizações, os amigos que fiz, os que embora distantes estão definitivamente em meu coração, mesmo que as circunstâncias os mantenham longe dos olhos.

Hoje sou resultado do que vivi, do que aprendi, das tentativas que acertei e até das que errei. Eu sou todas as minhas circunstâncias, como já sabemos. O importante é que isto tenha me proporcionado aprendizado e crescimento. É para isto que estamos vivos, para aperfeiçoar o espírito, pois também já foi dito que somos seres espirituais passando por uma experiência humana.

Espero que o amanhã me torne melhor do que hoje, mais paciente, mais tolerante até para não afastar as pessoas de mim, embora saibamos que às vezes temos que deixa-las partirem, embora isto nos faça sofrer. Mas isto tem que ser feito de uma maneira muito especial, com muito amor, sabendo que sempre terão apoio.

Espero que neste ano que está tal qual folha em branco à espera do que vamos nela colocar, eu consiga enxergar além das aparências, visualizar só coisas boas, não desperdiçar oportunidades de ser feliz e de fazer feliz quem está ao meu redor, que não esmoreça em meus propósitos, que continue sempre acreditando na vida, no amor, na solidariedade e na justiça.


[ ...por isso eu digo: - sim,aceito! ]

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009


[ a praia em questão ] [ paraiso?!?!? ] [ ilha de itamaracá!!! ]

[ nós ] [ O tempo ]

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Mário Quintana

[ porque dormir na beira da praia faz bem ... ] [ por isso eu estou vivendo ... ]

sábado, 3 de janeiro de 2009


[ 1ª foto do ano ]

.
.
.

O que pensava o Má olhando as estrelas, a Carol deitada na cadeira de praia, o Igor dormindo e o Caco na piscina?!?!

.
.
.
eu?!

.
.
.

eu apenas queria que o momento não acabasse...

.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

[ casa nova ]


Eu bem que poderia morar aqui pra sempre! Boa Viagem. 2008.12.30.Cacu.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

[ resolução de fim de ano ]

[A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos. A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro. A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos... TUDO BEM!

O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.

Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.]
Chico Xavier



[nem sempre as decisões são faceis. mas são tomadas e realizadas no momento correto. não sou do tipo que se contenta com o 'plus de moins', nem acredita que possa se ter uma vida assim. Agora quero tudo pleno, real. Tudo tem um porque. Tanto pors que permanecem quanto os que são excluídos. E existem aqueles que se agregam ao longo do percurso...
]

porque eu amo! num me avexo de dizer. e mando um xêêêêro bem forte ...

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

[Recife Antigo. 2007.]

[ Passamos a vida em busca da felicidade!]
Procurando o tesouro escondido.
Corremos de um lado para o outro esperando descobrir a chave da felicidade.
Esperamos que tudo que nos preocupa se resobva num passe demágica.
E achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes
e outros fogem para casa para serem felizes.
Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam para serem felizes.
Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes
e outros trabalham além do normal para serem felizes.

Uma busca infinda.
Anos desperdiçados.

Nunca a lua está ao alcance da mão,
nunca o fruto está maduro, nunca o vinho está no ponto.
Sombras, lágrimas. Nunca estamos satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver!
A partir do momento em que decidimos ser felizes,
nossa busca da felicidade chegou ao fim.
É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material,
na casa nova, no carro novo,
naquela carreira,
naquela pessoa.
E jamais está à venda.
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós para ter alegria,
estamos fadados à decepção.

A felicidade não tem nada a ver com conseguir.

Consiste em satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.
Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio,
ao mesmo tempo tem que nenhuma
fortuna satisfaria a um inconformado.
As necessidades de cada um de nós são poucas.
Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar,
alguma coisa a esperar, seremos felizes.
Saiba: A única fonte de felicidade está dentro de você, e deve ser repartida.
Repartir suas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros:
sempre algumas gotas acabam caindo sobre você mesmo.

Desejo muitas Felicidades!

[ estou indo ser feliz... ]